quinta-feira, 10 de março de 2011

Queria viver no mundo do Chaves. Um mundo onde uma criança moradora de rua vive feliz, onde um inquilino sem condições não é despejado por não pagar meses de aluguel, que nem por apanhar freqüentemente, levanta a mão para uma mulher, onde crianças brincam no pátio sem se preocupar com algo que possa vir a acontecer, onde a diversão na TV é um simples concurso de miss ou o filme do Pelé, sem o sensacionalismo e a putaria atual, onde uma vizinhança inteira que mesmo com suas diferenças e discuções, conseguem demonstrar carinho em uma viagem para Acapulco, ou no dia de San Valentin, onde um carteiro não é atacado diariamente por cachorros, onde não há uma demonstração de racismo ou qualquer outro preconceito, onde um ladrão rouba apenas um ferro de passar e depois o devolve, onde existe humildade a ponto de uma celebridade pedir um macaco emprestado, onde a única pessoa que anda armada é com uma marreta biônica e a única droga consumida são pílulas de nanicolina.

(Autor Desconhecido)
Queria viver no mundo do Chaves. Um mundo onde uma criança moradora de rua vive feliz, onde um inquilino sem condições não é despejado por não pagar meses de aluguel, que nem por apanhar freqüentemente, levanta a mão para uma mulher, onde crianças brincam no pátio sem se preocupar com algo que possa vir a acontecer, onde a diversão na TV é um simples concurso de miss ou o filme do Pelé, sem o sensacionalismo e a putaria atual, onde uma vizinhança inteira que mesmo com suas diferenças e discuções, conseguem demonstrar carinho em uma viagem para Acapulco, ou no dia de San Valentin, onde um carteiro não é atacado diariamente por cachorros, onde não há uma demonstração de racismo ou qualquer outro preconceito, onde um ladrão rouba apenas um ferro de passar e depois o devolve, onde existe humildade a ponto de uma celebridade pedir um macaco emprestado, onde a única pessoa que anda armada é com uma marreta biônica e a única droga consumida são pílulas de nanicolina.

(Autor Desconhecido)