sábado, 2 de fevereiro de 2013
''Nós ainda temos tanta coisa inacabada. Muitos trechos perdidos, guardados… Aquela velha vontade de recomeçar. Aliás, de continuar. Fazer diferente, tentar diferente. Mas ei, o que foi mesmo que aconteceu com os nossos passos? Quem tropeçou primeiro? Eu ou você? Os dois juntos? Com certeza não. Eu olho e vejo um caminho tão estreito, vai ver a gente não cabia nele. Ou cabia. E você fazia por onde eu me mantivesse fora da estrada, fora dos seus trilhos, fora de você. Eu não sei porque diabos você não me empurrava, me jogava, me libertava de uma vez! Ao contrário… Você prendia-me cada vez mais nessas suas caminhadas. E eu louca inconsequente tentava me segurar nos rastros de esperança que você deixava pelo chão. Eu tentava florescer, enquanto você jogava-me a terra de seus sapatos, enquanto você tirava-me a vida. Ou pior, os sentimentos. Eu cai. Desisti. Mudei de caminho. Agora, você me aparece. Como quem nada quer. Ou tudo quer. Tentando trazer-me de volta para a sua estrada. Tentando florescer-me, reerguer-me. Eu não entendo… Desperdicei todas as minhas sementes naquele passado que era nosso. Esvaziei. Sequei. Não mais sentia. E por pura obra do acaso, me vejo brotando novamente. Mas dessa vez, com a sua ajuda. Porque estamos caminhando lado a lado.''
Realmente é desafiante falar de você, por isso as lágrimas já começam a surgir e meu coração a ficar apertado. Tenho tanto para dizer. Tanto para dizer o quanto o meu amor por você é sóbrio e ao mesmo tempo imerso. É reconfortante dizer o quanto o seu amor mudou a minha vida. O quanto pensar em você acalma o meu ódio. Sei que naturalmente nos vemos pouco demais, estamos juntos fisicamente pouco demais, mas sei que as coisas irão melhor, sei que o tempo mudará e essa linha que nos impede de ser feliz se quebrará. Você é o meu bem, o lado melhor que existe em mim. É a luz penetrante. Você é a minha versão da paz. Eu andava meio perdida até que Deus colocou você em meu caminho, e caminho esse que hoje traçamos juntos. Eu te amo tanto que nenhuma dessas palavras que digo aqui descreverá melhor o que sinto. É um amor tão submerso. É um amor tão tranquilizador e purificador.
Quando eu andava na escuridão, você pegou em minhas mãos e me salvou, retirou de mim toda insanidade. Você entregou a minha vida uma nova razão. Você me retirou da infelicidade e da solidão e me deu uma nova oportunidade, uma oportunidade de ser feliz. E sou feliz com você, mesmo com todas as brigas, com todas as palavras desconfortantes que talvez lhe magoe. Tudo isso é por te amar, mesmo que seja a forma mais tosca possível, tudo isso é por te amar. Sentir aqueles ciúmes bobos. Dar aqueles ataques furtivos de vez em quando… tudo isso é por querer você demais, é por querer o seu corpo um pouco mais perto do meu. Você é a minha vida, o lado mais lindo dela. Não trocaria você por nada, nem por toda liberdade do mundo, nem por tudo que talvez precise… Por que afinal tudo que hoje mais preciso é de você. Você aqui, eternamente ao meu lado, me protegendo e fazendo de mim o seu dengo, me mimando, me amando…Todas as noites temos a mesma rotina. Ligar, contar tudo, os planos do futuro, dizer eu te amo e o até logo. Mas você não imagina o que me acontece depois do ‘’até logo’’. Desabo. E como sempre desabo em lágrimas. Afinal a saudade é desconfortante e destruidora. Por que ela é quem está comigo quando você não está. Ela me persegue e me apavora enquanto nossos corpos não se encontram, e isso me detona.
Por mais que tente ser forte sempre choro antes de dormir, deixo o travesseiro ensopado e a insônia chega, por mais cansada que eu esteja. Eu quero muito mais que isso. Queria ter você aqui do meu lado, me observando dormir. Tocando meu corpo, e me deixando arrepiada. Eu preciso do seu calor, de suas mãozinhas quentes absorvendo todo meu frio. Por mais conservadora que seja, tudo que mais queria era de me entregar logo para você, entregar o meu corpo, a minha vida. Sei que serei a primeira e única mulher da sua vida, assim como você também será. Enquanto essa distancia não se quebra, enquanto não noivamos, casamos, e fazemos amor… Espero e sonho. Sonho para que nosso grande dia chegue.
A imagem clara e fascinante do dia em que vamos nos ver pela primeira vez está nítida e reconfortante em minha memória, mesmo que ainda não tenha acontecido. Jamais me esqueceria de seu nervoso e de suas mãos estremecidas ao chegar perto de mim, muito menos esqueceria daqueles olhos castanhos cintilar quando pegaria em sua mão pela primeira vez. Nada jamais me esquecerei. Apenas espero pelo dia em que possamos viver juntos. Eu, largar de vez essa vida e esse passado que ainda me incomoda e ter uma nova e feliz vida ao seu lado. Uma vida aonde não precisaremos de um celular para nos falarmos. Uma vida aonde nossos encontros são poucos e limitados. Uma vida eterna para nossos corpos se encontrarem e se perderem. Construirmos uma família. Anos e anos de casamento, envelhecermos e assim recordarmos todos os anos que passamos juntos, todas as mais lindos e até os mais tristes momentos. Eu sei que esse foi um plano perfeito de Deus, um plano onde ele apenas quis completar dois corações, e duas pessoas que necessitavam de amor. E agradeço a ele por tudo. Por ter feito de você a minha alma gêmea. E acabo de escrever essa carta, sabendo que mais tarde leremos ela e iramos chorar juntos. Choraremos, por saber o quanto nosso amor foi forte e lutador. E te agradeço por nunca ter desistido de mim. Eu preferiria morrer do que viver sem você.
Vale, vale sim. Vale mais que mil palavras ditas, fazendo brotar todas as não ditas e mais um pouco, na cabeça da pessoa para qual o silêncio foi direcionado. Silêncio vale mais que mil palavras no intervalo daquele beijo ardente, onde seus olhos encaram com fervor os olhos de outrem ou até mesmo quando ele surge no meio de uma conversa entre amigos, fazendo você perceber que tem mais coisas em comum com fulano do que pensava, aí surge o silêncio, o olhar e opa… Já começa a imaginar como seria caso seus lábios se juntassem. Silêncio vale mais que mil palavras depois daquela noite ardente na cama com a pessoa amada, onde vocês se olham, mas não precisam de uma palavra sequer para expressar o quão bom o que acaba de acontecer, foi. Mas, e aquele silêncio que enlouquece? E aquele silêncio depois de uma discussão qualquer, que não te permite saber o que se passa na cabeça do outro? E aquele silêncio que surge após a palavra aparentemente sem significado algum, mas que contém mais significados do que qualquer outra: “Nada”? Silêncio… Silêncio. Um pequeno intervalo no tempo, onde por fora nada se diz, mas por dentro tudo se sente. Silêncio que te faz tirar suas próprias conclusões a respeito de qualquer situação, que transforma algo bom em ruim ou vice-versa. Há silêncios usados de forma correta e incorreta. Se sua namorada diz que te ama e você não retribui ao que ela diz e permanece calado (mas sente), ela pode achar que você não sente. Se você está em meio a uma discussão com alguém que gosta e quer acabar com isso da melhor forma possível, nada como um beijo que ao finalizá-lo toma-se rumo ao silêncio e se der sorte, acarreta em um sorriso. Viu? Já não estão mais brigados! Mas, e aquele silêncio que surge após um momento de tensão qualquer? Silêncio esse que não se quebra nem com o seu falatório exacerbado? Que te faz ir dormir com sua cabeça fervilhando em pensamentos, se perguntando o porquê daquilo, ou daquilo outro? Esses silêncios matam. Esses silêncios me matam. Pensamentos desde o pior ao pior ao quadrado percorrem em minha mente, quando me deparo com o seu silêncio. É, o seu. O único espaço de tempo vago que me interessa, que me prende a atenção e que na maioria das vezes, me faz falar por duas para poder preenchê-lo. Mas, gosto de te ouvir. Gosto do tom da sua voz. Não se acanhe, não recue, não tenha medo. Fale, converse, me deixe entrar em seu coração e não apenas conhecer só a parte iluminada que ele possui, mas também a escuridão. Se abre comigo, vai… Me fala o que você está pensando. Não irá doer, não lhe fará mal. Posso te confortar, tenho meu colo para que você possa se deitar. Mas fala, não me deixa aqui. Não me deixa assim. Não faz isso. Nunca quis invadir o seu espaço ou te obrigar a falar algo que não quisesse, pois sei que muitas pessoas têm o silêncio como seu companheiro, da mesma forma que outras têm as palavras, assim como eu. Mas vem cá e fala pra mim o que se passa no seu coração? Nem que seja em forma de uma canção, verso, poesia ou algo assim. Mande-me um vídeo ou um sinal qualquer, mas saiba que eu estarei aqui, por você e por mim.''
''Ser feliz. Ser alegre mesmo quando seu leite em pó está com horas contadas. Ser otimista mesmo quando uma prima distante quer roubar o carinho que você recebe de sua avó. Manter a paciência quando seu professor não se importa com a sua vida social. Ter esperança mesmo quando a sua nota de redação no vestibular foi um desastre. Continuar escrevendo poesia mesmo que precise treinar a narrativa. Ler romances de autoras desconhecidas ao invés de clássicos nacionais. Ler clássicos brasileiros sem ser por obrigação. Ter um escritor favorito e indicar para alguém os livros deste. Possuir uma banda favorita e que é só sua, mas que às vezes pode se fazer um esforço para compartilhar algumas canções desta com seus amigos mais próximos. Tomar sorvete para espantar as lágrimas pelo ex. Se maquiar todinha na frente do espelho enegrecido com as sombras de sua avó para ir para uma festa de forró para apenas rir ou reclamar de tudo. Se permitir ouvir um estilo musical que você odeia, apenas para reclamar com o grupo e aproveitar a batida para pular e dançar no seu carnaval em pleno novembro. Manter a pureza e a elegância dos gestos, mesmo quando ouve-se tantos palavrões hoje em dia. Falar palavrões apenas quando se bater o dedão em alguma quina e alto lá. Conversar com sua avó paterna sobre os problemas sociais. Comunicar seus sentimentos mais profundos e desconhecidos. Ler a bula do remédio de pressão, sem nem tocar neste. Comprar diversas balas redondas e coloridas e se suicidar de mentira com estas. Passar protetor solar em dias nublados. Tomar banho de chuva na redenção da seca nordestina. Escrever sobre amores impossíveis e desconhecidos. Discutir sobre as cores e sobre os tecidos. Abraçar forte uma pessoa do seu mesmo sexo. Fazer caretas sensuais em fotografias. Rir sem parar com desenhos toscos. Mandar cartas para amigos desconhecidos que moram do outro lado do país. Aguardar ansioso os dias para sua correspondência chegar. Se estressar atoa e ter alguém engraçado te chamando de explosivo. Molhar alguém por vingança. Ser rabugento e reclamar das traquinagens de seus irmãos e ainda assim comer biscoitos recheados escondidos, quando todos já se deitaram e adormeceram. Dormir até tarde. Ficar insone a noite toda ansioso. Esperando coisas boas do dia seguinte. Receber uma mensagem na virada do dia. Mandar para si próprio uma flor ou uma correspondência assinada por um admirador secreto. Se esquecer da data de aniversário de um amigo e fazer uma festa surpresa para se redimir. Assistir sozinho sua série favorita e obrigar seu gato a te acompanhar neste ato. Ser atoa mesmo fazendo muitos atos. Ser ateu por um dia, apenas para perceber como a vida é impossível sem uma força divina. Ser fiel em momentos de dúvida. Ser agnóstico em dias santos. Ser devote de Iemanjá na noite de natal, apenas para contrariar a vida. A vida é curta, como um filme, porém como nos longas podemos ser felizes e contentes de nós mesmos. Ser alegres por simplesmente ser. Feliz por apenas querer e fazer. Aprender a amar sem cores, pois a vida é gostar do outro. Paixão é vela que se apaga logo, mas o amor mesmo não. Amor é mais abraço do que beijo. Amor é amizade, harmonia e maresias. O amor é clichê quando se assim deseja. O desejo em si que é clichê. O amor, o bruto e puro, é uma das coisas mais difíceis de se achar. Porém o amor está no ar e basta se inalar para se alegrar um pouco. Ame-se, para de procurar caras metades, você já possui uma inteira para se contentar com si próprio. Queira bem para si próprio, seja carinho com seu ego. O resto é consequência e incidência. O resto é a cargo do amor.''
''Manhã fria e a paisagem toda branquinha lá fora, não há muito para se dizer, sobre as coisas presas em minha mente. É sufocante essa mania de não me permitir chorar; perguntei-me pela primeira de tantas outras vezes se não era após o horizonte alaranjado que teus olhos pequenininhos repousavam, invadindo assim a minha vontade de procurar abrigo em qualquer infinito, em qualquer montanha pontuda, em qualquer noite de luar solitária, que contenha lembranças que ainda pertence à despedida. Perguntei-me, ainda que não escutando direito pelos gritos da paranoia, e do excesso de remédio, se não eram meus cds do legião que não funcionavam, não tocando, então, tanta saudade, pelo desgaste ocorrido por ser ouvido tantas e tantas vezes, seguido por altas doses de saudades.''
''Piscar os olhos doía. Perder um milésimo da tua inquietação na cadeira atrapalhava as palavras do meu diário nunca escrito. Li nos teus lábios o refrão da minha música preferida, enquanto você balançava a cabeça e tentava manter o pensamento longe. Queria que soubesse o quanto sua beleza aumenta excepcionalmente quando seus olhos não encontram onde pousar… Queria que soubesse de muita coisa, aliás. As últimas folhas do caderno sempre encontram um jeito de serem marcadas com o teu nome, que sem querer aprendi quando ouvi um qualquer sortudo te chamar. Minha loucura cria canções inteiras quando seus dedos batendo na mesa anunciam que está em profundo estado de tédio. Os gritos me apressam atrás da porta do meu banheiro desde quando comecei a pensar que os pingos d’água que caíam em minha cabeça faziam cenário para o nosso primeiro beijo na chuva. Eu queria que soubesse de tudo isso, só não queria que soubesse que eu existo. Ontem, a mesma ladainha. Eu finalmente ia falar com você. Hoje, a mesma lamentação. Sim, eu finalmente ia falar com você. Não fui. Amanhã, a mesma ilusão. Talvez você finalmente vá falar comigo. Quem sabe, não? Quem sabe você enxergue além das paredes, muros, colunas, mesas, cadeiras, distância, esquecimento e covardia que nos separa. Quem sabe você tenha tanto sentimento quanto eu, que tenho olhos que sorriem primeiro do que os lábios quando você passa por mim e deixa seu perfume na minha roupa antes que o ar roube-o de mim. Eu quero acreditar que você ouça mais do que os meus passos dados em ponta de pé, que ouça o futuro que nos chama e o destino que nos convida ante o comodismo de apaixonar-se por um ser estranho que conheço mais do que a palma da minha mão rabiscada de corações feitos com caneta esferográfica. E por que raios estou assumindo isso tudo pela primeira vez? Silêncio. Hoje você esbarrou em mim e pediu desculpas, sorrindo. Coçou a cabeça com o braço esquerdo, olhou para os meus sapatos e saiu. E eu só precisava de mais cinco minutos para fazer de você o amor da minha vida.''
domingo, 13 de janeiro de 2013
Aqui, entre nós, só entre a soma dos nossos olhos fundos e remotos, eu te pediria colo. Conto isso com tamanha cautela que demorei dias para encontrar coragem em qualquer buraco do meu caráter e te escrever. Esperei passar, até. Me submeti à possibilidade de deixar escorrer inspiração pelos dedos, mas não aconteceu. Cá estou eu. Talvez você nunca leia, talvez esteja lendo e rindo porque sabe o destinatário.
Olha só, eu te pediria colo. Foi bom te encontrar e me deixar ser flor com alguém. O ferro da armadura já machucava até a mim. Sendo assim, não pergunta porquê meu sorriso é fácil com as suas aparições, nem qual o motivo do meu gosto em abandonar o ogro dos meus ombros quando dá para te tocar, mesmo que você não sinta, e, muito menos questiona minha confortabilidade e o ar contente quando te observo feliz. Mapas do acaso. Se você estivesse alguns centímetros a menos para o lado, eu pudesse te ver de outro ângulo ou sua casa não fosse tão cheia, te pediria afago, mas você visita outro hospital, lamenta em outro peito.
No último choro eu quis te contar das feridas nas paredes, limpar o resto da guerra na barra da sua camiseta e te olhar com olhos de esperança. Me segurei em alças que nunca imaginei ter e dormi. Pegar voo deitada nos seus ideais e sonhos letrados jamais deve ser levado para o real. Tudo o que é bonito não pode existir.
Te pediria permissão para abaixar a guarda e descansar meus olhos no seu buraco negro, mas você já disse não.
Ainda é confortável lembrar sua voz que ecoa nos vazios cheios de nada entre meus tímpanos antes de me tirar da tomada.
Sinto sua falta e isso é incompreensível, até para a minha própria dor.
Mesmo que às vezes suas filosofias de boteco me levem ao caos, no meu inferno você é paz.
Não se desvaneça, aprecio sua boca.
Olha só, eu te pediria colo. Foi bom te encontrar e me deixar ser flor com alguém. O ferro da armadura já machucava até a mim. Sendo assim, não pergunta porquê meu sorriso é fácil com as suas aparições, nem qual o motivo do meu gosto em abandonar o ogro dos meus ombros quando dá para te tocar, mesmo que você não sinta, e, muito menos questiona minha confortabilidade e o ar contente quando te observo feliz. Mapas do acaso. Se você estivesse alguns centímetros a menos para o lado, eu pudesse te ver de outro ângulo ou sua casa não fosse tão cheia, te pediria afago, mas você visita outro hospital, lamenta em outro peito.
No último choro eu quis te contar das feridas nas paredes, limpar o resto da guerra na barra da sua camiseta e te olhar com olhos de esperança. Me segurei em alças que nunca imaginei ter e dormi. Pegar voo deitada nos seus ideais e sonhos letrados jamais deve ser levado para o real. Tudo o que é bonito não pode existir.
Te pediria permissão para abaixar a guarda e descansar meus olhos no seu buraco negro, mas você já disse não.
Ainda é confortável lembrar sua voz que ecoa nos vazios cheios de nada entre meus tímpanos antes de me tirar da tomada.
Sinto sua falta e isso é incompreensível, até para a minha própria dor.
Mesmo que às vezes suas filosofias de boteco me levem ao caos, no meu inferno você é paz.
Não se desvaneça, aprecio sua boca.
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