sábado, 30 de julho de 2011

                    Sempre digo que irei mudar, ou que já houve uma mudança no que eu sou, ou aparento ser. Costumo fazer promessas, a mim mesma, e não as cumpro, talvez por fraqueza, ou ainda, por ser vulnerável demais, impaciente demais. De vez em quando, palavras se tornam vazias, sem sentido algum, até mesmo pra mim. Eu sou assim mesmo, complicada, errada, inconstante e não me dou o devido valor. É, eu simplesmente corro atrás, esqueço do orgulho, se é que ele existe. Veja isso como um medo exposto, talvez. Ou apenas insegurança. Em fim, mesmo que eu devesse aprender a guardá-lo, escondê-lo, ou ainda, ignorá-lo. É tão fácil é dizer, não? Fácil para você apenas abrir os braços e devolver o mesmo abraço que eu ofereci, implorei. Não sou a razão, talvez nem saiba o seu significado, e se sei, finjo, ou aparento não saber. Desculpe, mas eu sou assim, acho difícil mudar, até mesmo porque eu não faço questão. Carolinne A.
Eu me pergunto se eu sou tão importante pra você, como você é pra mim. Se eu também não saio do teu pensamento, se você me ama pelo menos um terço da maneira que eu te amo, me pergunto se sou o motivo dos teus melhores sorrisos e se você sente a minha falta, como eu sinto a tua.