“Sentada na mesa da cozinha, com mil pensamentos e mil sentimentos. Todos confusos e machucando-a toda por dentro… Coração gelado, não apenas gelado, mas congelado. Assim tornou-se depois de tantos pedaços quebrados e feridas que nunca cicatrizavam… Milhares de papéis na mesa. Milhares de lágrimas caindo sobre o seu rosto. Escrevia para tentar tirar a dor, desabafar um pouco e aliviar-se. Chorava com a esperança que a dor virasse uma lágrima e corresse em seu rosto e depois saísse de dentro dela. Mas a dor não era que nem as pessoas que rapidamente iam embora de sua vida. Ela era como ela queria que as pessoas fossem, permanecia, sem vontade nenhuma de ir embora… ”