terça-feira, 4 de dezembro de 2012



É manhã. Como muitos sabem, é difícil levantar para encarar o dia, enquanto todos de sua casa dormem.’

Ela entrou debaixo da ducha, a água estava gelada, mas não se importava com nada disso. Não sabia como o tempo estava lá fora, mas queria logo que o tempo passasse rápido, pois se sentia feliz quando estava ao lado de pessoas que a faziam bem. Depois de um curto banho, se arrumou. O item mais importante haveria de pegar: A maquiagem. Esconder a tristeza e forçar a disfarçar a solidão era de costume daquela menina. Olhar no espelho era o pior; enxergar diante de seus olhos era doloroso demais, havia solidão demais ali… Havia dor demais ali.

Fazer um sorriso brotar de sua face ao sair do portão a fora, era um pouco doloroso, era falso… Pois não era assim que se sentia, mas haveria de dar o sorriso, pois muitas pessoas dependiam do sorriso daquela menina para se sentir bem, se sentir feliz. E então ela o fará… Como de costume, pois o único curto-momento que ela se sentia menos sozinha era fazendo essas pessoas rirem. Todos os dias eram assim; Passavam a manhã e à tardinha fazendo isso, como de costume.

Quando chegara a noite, trancava-se diante de sua casa, e olhava entre as paredes: Estava sozinha. Debaixo da ducha novamente… Aquele banho bem frio. Logo após, para a sua cama, dormir… Para que o tempo passasse rápido, para estar ao lado das pessoas que a faziam bem, novamente…