sábado, 2 de fevereiro de 2013



''Manhã fria e a paisagem toda branquinha lá fora, não há muito para se dizer, sobre as coisas presas em minha mente. É sufocante essa mania de não me permitir chorar; perguntei-me pela primeira de tantas outras vezes se não era após o horizonte alaranjado que teus olhos pequenininhos repousavam, invadindo assim a minha vontade de procurar abrigo em qualquer infinito, em qualquer montanha pontuda, em qualquer noite de luar solitária, que contenha lembranças que ainda pertence à despedida. Perguntei-me, ainda que não escutando direito pelos gritos da paranoia, e do excesso de remédio, se não eram meus cds do legião que não funcionavam, não tocando, então, tanta saudade, pelo desgaste ocorrido por ser ouvido tantas e tantas vezes, seguido por altas doses de saudades.''